A vida é uma cereja
e quando chove
eu tomo chá...
Obra de Joan Miró
Percebi que preciso escrever, senão tudo o que sou agora se perderá e tudo o que serei no futuro não terá valor.
terça-feira, 30 de março de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
Definitivo
Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento,perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...
Carlos Drummond de Andrade
Sofremos por quê? Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos,por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos.
Por todos os beijos cancelados, pela eternidade.
Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar.
Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender.
Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada.
Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.
Por que sofremos tanto por amor?
O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável,um tempo feliz.
Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso:
Se iludindo menos e vivendo mais!!!
A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca, e que, esquivando-se do sofrimento,perdemos também a felicidade.
A dor é inevitável.
O sofrimento é opcional...
Carlos Drummond de Andrade
sexta-feira, 26 de março de 2010
Albert Camus uma vez escreveu:
"abençoados os corações flexíveis, pois nunca serão partidos"
Mas eu penso comigo mesmo...
"Se não se partiram, não se curam.
E se não houver cura não há aprendizado...
E se não houver aprendizado, não há luta...
Então todos os corações precisam ser partidos?"
Lucas Scott - One Tree Hill
Mas eu penso comigo mesmo...
"Se não se partiram, não se curam.
E se não houver cura não há aprendizado...
E se não houver aprendizado, não há luta...
Então todos os corações precisam ser partidos?"
Lucas Scott - One Tree Hill
quinta-feira, 25 de março de 2010
Leituras
Inexiste no mundo coisa mais bem distribuída que o bom senso,visto que cada indivíduo acredita ser tão bem provido dele que mesmo os mais difíceis de satisfazer em qualquer outro aspecto não costumam desejar possuí-lo mais do que já possuem. E é improvável que todos se enganem a esse respeito; mas isso é antes uma prova de que o poder de julgar de forma correta e discernir entre o verdadeiro e o falso, que é justamente o que é denominado bom senso ou razão, é igual em todos os homens; e, assim sendo, de que a diversidade de nossas opiniões não se origina do fato de serem alguns mais racionais que outros, mas apenas de dirigirmos nossos pensamentos por caminhos diferentes e não considerarmos as mesmas coisas. Pois é insuficiente ter o espírito bom, o mais importante é aplicá-lo bem. As maiores almas são capazes dos maiores vícios, como também das maiores virtudes, e os que só andam muito devagar podem avançar bem mais, se continuarem sempre pelo caminho reto, do que aqueles que correm e dele se afastam.
Do livro O Discurso do Método - René Descartes
Do livro O Discurso do Método - René Descartes
Bom dia
Trocar o certo pelo duvidoso pode não ser prudente, mas como a vida é feita de escolhas, é necessário arriscar.
Pensava que os idosos não sentiam essa vontade de prever os acontecimentos, porque correram em busca de seus sonhos, ou não. Nessa idade já se tem uma certa estabilidade, ou não. Parece menos angustiante. Mas sei que é uma visão bem superficial..rs
Hoje ao sair de casa o dia nem tinha se mostrado e um senhor já passeava com um cachorro, caminhava pela calçada tranquilamente. Ele disse bom dia e comentou, com ar de felicidade, que o dia seria lindo. Não questionei a previsão, sorri dizendo que ele poderia aproveitar bem o dia.
Ele disse que falar como quem da um conselho para alguém na idade dele era ousadia. Mas que o surprendeu.
Sorrir novamente foi a única coisa que a pressa permitiu naquele momento.
Fiquei pensando nisso.
É uma fase linda, espero chegar lá com saúde... e dormir até mais tarde! rs
Pensava que os idosos não sentiam essa vontade de prever os acontecimentos, porque correram em busca de seus sonhos, ou não. Nessa idade já se tem uma certa estabilidade, ou não. Parece menos angustiante. Mas sei que é uma visão bem superficial..rs
Hoje ao sair de casa o dia nem tinha se mostrado e um senhor já passeava com um cachorro, caminhava pela calçada tranquilamente. Ele disse bom dia e comentou, com ar de felicidade, que o dia seria lindo. Não questionei a previsão, sorri dizendo que ele poderia aproveitar bem o dia.
Ele disse que falar como quem da um conselho para alguém na idade dele era ousadia. Mas que o surprendeu.
Sorrir novamente foi a única coisa que a pressa permitiu naquele momento.
Fiquei pensando nisso.
É uma fase linda, espero chegar lá com saúde... e dormir até mais tarde! rs
terça-feira, 16 de março de 2010
Qualquer coisa assim ¬¬
Tengo que confesarte ahora
nunca creí en la felicidad
a veces algo se le parece
pero es pura casualidad
Julieta Venegas
nunca creí en la felicidad
a veces algo se le parece
pero es pura casualidad
Julieta Venegas
sexta-feira, 12 de março de 2010
Idéias
... Conduzir por ordem meus pensamentos, começando pelos mais simples e mais fáceis de conhecer, para subir, pouco a pouco, como por degraus...
Descartes
quarta-feira, 10 de março de 2010
Conselhos
O texto abaixo foi escrito por Nizan Guanaes, paraninfo de formatura na FAAP. Olhe só o que este publicitário escreveu.....
NÃO PAUTE SUA VIDA, NEM SUA CARREIRA, PELO DINHEIRO.
Ame seu oficio com todo o coração. Persiga fazer o melhor.
Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá com conseqüência.
Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha.
Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro.
Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro.
Michelangelo não passou 16 anos pintando a capela sistina por dinheiro.
E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar.
E tudo que fica pronto na vida, foi construído antes, na alma.
A propósito disso, lembro-me de uma passagem extraordinária que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano.
O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse:
“Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo”.
E ela respondeu:
“Eu também não, meu filho”.
Pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si.
Afinal é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada.
Os pobres vivem como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como homens. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguaçu.
“Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito.”
É exatamente isso que está escrito na carta de Laudicéia: Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito:
É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. O escândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso.
Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso.
Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute.
Mas, por favor, não jogue fora, se moldando, a extraordinária oportunidade de ter vivido.
Tendo consciência de que, cada homem foi feito para fazer história.
Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução.
Que é mais do que sexo ou dinheiro.
Você foi criado, para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra.
Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: eu não disse!, eu sabia!
Toda família tem um tio batalhador e bem de vida.
E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa.
Chega dos poetas não publicados.
Empresários de mesa de bar.
Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam.
Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar.
Porque não sabem trabalhar. Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem.
Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam.
Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que é mesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundo que o acomodado não conhecerão.
E isso se chama sucesso.
“TRABALHE EM ALGO QUE VOCÊ REALMENTE GOSTE,
E VOCÊ NUNCA PRECISARÁ TRABALHAR NA VIDA”.
NÃO PAUTE SUA VIDA, NEM SUA CARREIRA, PELO DINHEIRO.
Ame seu oficio com todo o coração. Persiga fazer o melhor.
Seja fascinado pelo realizar, que o dinheiro virá com conseqüência.
Quem pensa só em dinheiro não consegue sequer ser nem um grande bandido, nem um grande canalha.
Napoleão não invadiu a Europa por dinheiro.
Hitler não matou 6 milhões de judeus por dinheiro.
Michelangelo não passou 16 anos pintando a capela sistina por dinheiro.
E, geralmente, os que só pensam nele não o ganham. Porque são incapazes de sonhar.
E tudo que fica pronto na vida, foi construído antes, na alma.
A propósito disso, lembro-me de uma passagem extraordinária que descreve o diálogo entre uma freira americana cuidando de leprosos no Pacífico e um milionário texano.
O milionário, vendo-a tratar daqueles leprosos, disse:
“Freira, eu não faria isso por dinheiro nenhum no mundo”.
E ela respondeu:
“Eu também não, meu filho”.
Pense no seu País. Porque, principalmente hoje, pensar em todos é a melhor maneira de pensar em si.
Afinal é difícil viver numa nação onde a maioria morre de fome e a minoria morre de medo. O caos político gera uma queda de padrão de vida generalizada.
Os pobres vivem como bichos, e uma elite brega, sem cultura e sem refinamento, não chega a viver como homens. Roubam, mas vivem uma vida digna de Odorico Paraguaçu.
“Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito.”
É exatamente isso que está escrito na carta de Laudicéia: Seja quente ou seja frio, não seja morno que eu te vomito:
É preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. O escândalo, ao vazio. Porque já vi grandes livros e filmes sobre a tristeza, a tragédia, o fracasso.
Mas ninguém narra o ócio, a acomodação, o não fazer, o remanso.
Colabore com seu biógrafo. Faça, erre, tente, falhe, lute.
Mas, por favor, não jogue fora, se moldando, a extraordinária oportunidade de ter vivido.
Tendo consciência de que, cada homem foi feito para fazer história.
Que todo homem é um milagre e traz em si uma revolução.
Que é mais do que sexo ou dinheiro.
Você foi criado, para construir pirâmides e versos, descobrir continentes e mundos, e caminhar sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra.
Não use Rider, não dê férias a seus pés. Não se sente e passe a ser analista da vida alheia, espectador do mundo, comentarista do cotidiano, dessas pessoas que vivem a dizer: eu não disse!, eu sabia!
Toda família tem um tio batalhador e bem de vida.
E, durante o almoço de domingo, tem que agüentar aquele outro tio muito inteligente e fracassado contar tudo que ele faria, se fizesse alguma coisa.
Chega dos poetas não publicados.
Empresários de mesa de bar.
Pessoas que fazem coisas fantásticas toda sexta de noite, todo sábado e domingo, mas que na segunda não sabem concretizar o que falam.
Porque não sabem ansiar, não sabem perder a pose, porque não sabem recomeçar.
Porque não sabem trabalhar. Eu digo: trabalhem, trabalhem, trabalhem.
Trabalhe! Muitos de seus colegas dirão que você está perdendo sua vida, porque você vai trabalhar enquanto eles veraneiam.
Porque você vai trabalhar, enquanto eles vão ao mesmo bar da semana anterior, conversar as mesmas conversas, mas o tempo, que é mesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do seu esforço, e só o trabalho lhe leva a conhecer pessoas e mundo que o acomodado não conhecerão.
E isso se chama sucesso.
“TRABALHE EM ALGO QUE VOCÊ REALMENTE GOSTE,
E VOCÊ NUNCA PRECISARÁ TRABALHAR NA VIDA”.
terça-feira, 9 de março de 2010
Vontades
Tem dias que sinto vontade de apagar tudo que escrevo aqui.
Tem dias que quero escrever tudo que sinto aqui.
Tem dias que não sei o quero. Estou onde eu queria estar... Mas eu sei o que quero?
Vou representando o pensamento por meio de caracteres... me faz bem.
Os dias são como os pensamentos: Desiguais!
Tem dias que quero escrever tudo que sinto aqui.
Tem dias que não sei o quero. Estou onde eu queria estar... Mas eu sei o que quero?
Vou representando o pensamento por meio de caracteres... me faz bem.
Os dias são como os pensamentos: Desiguais!
domingo, 7 de março de 2010
Mais de Antoine de Saint-Exupéry
"Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos. Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer. (...) Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado. O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca".
"Tenho observado que as pessoas, quando falam ou escrevem abandonam imediatamente qualquer pensamento para tirar deduções artificiais. Utilizam-se das palavras como de uma maquina de calcular de onde deve sair a verdade. É uma tolice. É preciso aprender não a raciocinar, mas a não raciocinar. Não há necessidade de uma sucessão de palavras para compreender alguma coisa; caso contrario elas falseiam tudo; nós confiamos nelas."
"Tenho observado que as pessoas, quando falam ou escrevem abandonam imediatamente qualquer pensamento para tirar deduções artificiais. Utilizam-se das palavras como de uma maquina de calcular de onde deve sair a verdade. É uma tolice. É preciso aprender não a raciocinar, mas a não raciocinar. Não há necessidade de uma sucessão de palavras para compreender alguma coisa; caso contrario elas falseiam tudo; nós confiamos nelas."
sexta-feira, 5 de março de 2010
Sobre O Segredo
Pensar positivamente é bom para nosso lado emocional e consequentemente para o corpo, porque evita doenças que o estresse pode causar e etc. Mas, à partir daí acreditar que o pensamento pode mudar algo em minha vida é demais. Se eu não for realista o suficiente para "ajustar as velas".... tsc..tsc..tsc..
Sem mais.
Melhor ler este livro do que ser cega!
Sem mais.
Melhor ler este livro do que ser cega!
quinta-feira, 4 de março de 2010
Mulheres Alteradas 1
Assim que foi lançado no Brasil, primeira edição de Mulheres Alteradas 1, livro da cartunista argentina Maitena, esgotou-se rapidamente. Em menos de um mês, liderou as listas dos títulos mais vendidos do País, onde se mantém até hoje. A razão do sucesso? É que existe é uma enorme demanda por um humor moderno, divertido e inteligente, e isso é o que Maitena tem de sobra para oferecer. Na introdução do novo livro, Maitena escreve: "Por muito tempo pensamos que seria melhor ser outra pessoa. Hoje, que sabemos que até a mais resolvida das mulheres rói as unhas, estamos mais satisfeitas conosco". Eis o porquê de a série Mulheres Alteradas ter vendido cerca de um milhão de exemplares em todo o mundo: as leitoras de diferentes países se identificam nos desenhos e textos da chargista, que as faz rir do que, muitas vezes, as leva ao choro no dia-a-dia.Qualquer mulher conhece melhor do que gostaria a matéria-prima das piadas de Maitena - desencontros amorosos, preocupações com a beleza, convivência em família, problemas profissionais.
Está tudo lá. Para criar seus quadrinhos, Maitena se inspira em seus próprios problemas cotidianos e no de suas amigas. Suas tiras mostram todo tipo de mulher: as solteiras que querem casar e que fogem do casamento; as casadas arrependidas, as felizes, as que têm filhos, as que não têm e as que precisam lidar com os filhos do parceiro; as divorciadas; as adolescentes; as adultas; as que definitivamente já são bem mais que apenas adultas; as fúteis; as engajadas etc. Afinal, toda mulher sabe o que é ficar alterada. O motivo pode ser a piadinha machista dita pelo chefe, ou aquele cabeleireiro imbecil que destruiu o seu cabelo. Ou o telefonema que não chega, a sogra que chega, o ponteiro da balança que não desce, a auto-estima que não sobe, o marido que não pára de pegar o controle remoto da TV e o que pára de pegar em você.
No livro, Maitena divide as "alterações" em cinco categorias:As particulares - estão relacionadas às diferenças nada básicas entre homens e mulheres;
As interiores - são as mais íntimas, como os desagradáveis encontros com o espelho de manhã e com o ginecologista;As públicas - resultam da exposição de seu corpo, que nunca parece sequer satisfatório;
As domésticas - são as que fazem parente rimar com serpente, a vida em família (Maitena não livra nem a cara do cachorro);
As alterações diversas - como a dor e a delícia de ter uma secretária eletrônica, de ler a previsão de seu signo, de viajar em férias etc.
As tiras têm títulos como Algumas diferenças entre príncipes encantados e os homens, Seis dicas infalíveis para saber se você age movida pela culpa, Seis possíveis descobertas na hora de vestir o maiô e Dize-me que idade tem teu filho e eu te direi aonde não ir nas férias.
A série Mulheres Alteradas é publicada em todos os países latino-americanos, França, Portugal e Espanha. Em breve, chegará também à Grécia e à Itália, onde contratos já estão firmados. O primeiro volume de sua série seguinte, Mulheres Superadas # 1, por enquanto só está à venda nos países de língua espanhola, e está com tudo acertado para seu lançamento em Portugal, Brasil, Holanda e Alemanha, além de uma edição em catalão para a Espanha. Fora isso, as tiras de Maitena são publicadas em 27 jornais e revistas de mais de 20 países.Estou lendo em espanhol. Uma leitura divertida, prende a atenção!
Reflexão x Rotina
Os psicólogos dizem que o primeiro dia na escola fica em nossa memória o resto da vida, por se tratar de um dos primeiros momentos no qual ficamos longe da família e aprendemos o que é ter afinidade, seja com colegas de sala, com professores e até mesmo com as matérias apresentadas.
Acompanhei uma amiga até a escola da filha dela, seria o primeiro dia de aula e a pequena não cabia em sí de tanta felicidade. Fiquei impressionada! Na minha época as crianças faziam verdadeiros escândalos. A lembrança mais antiga que tenho de mim é justamente neste dia, não lembro de nenhum acontecimento antes deste. Também, eu simplesmente me agarrei na porta aos prantos, não respondi a chamada e etc.
15 anos depois me vi feliz no primeiro dia de aula na faculdade.(igual a filha da minha amiga)
Tirei férias da rotina trabalho/cursinho durante um tempo, agora preciso me habituar pra que eu não assista aulas só de corpo presente.
Mas, na verdade não sei o que seria de mim sem essa correria. Afinal, ficar em casa todos os dias depois do trabalho e não ter expectativas é cruel demais pra mim. Tem dias que fico pensando no que vou fazer quando terminar a faculdade e surgir um tempo livre durante o dia... Sei que a vida da voltas e até lá muitas águas vão rolar...,mas eu penso! (rs)
Acompanhei uma amiga até a escola da filha dela, seria o primeiro dia de aula e a pequena não cabia em sí de tanta felicidade. Fiquei impressionada! Na minha época as crianças faziam verdadeiros escândalos. A lembrança mais antiga que tenho de mim é justamente neste dia, não lembro de nenhum acontecimento antes deste. Também, eu simplesmente me agarrei na porta aos prantos, não respondi a chamada e etc.
15 anos depois me vi feliz no primeiro dia de aula na faculdade.
Tirei férias da rotina trabalho/cursinho durante um tempo, agora preciso me habituar pra que eu não assista aulas só de corpo presente.
Mas, na verdade não sei o que seria de mim sem essa correria. Afinal, ficar em casa todos os dias depois do trabalho e não ter expectativas é cruel demais pra mim. Tem dias que fico pensando no que vou fazer quando terminar a faculdade e surgir um tempo livre durante o dia... Sei que a vida da voltas e até lá muitas águas vão rolar...,
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