"Não confundas o amor com o delírio da posse, que acarreta os piores sofrimentos. Porque, contrariamente à opinião comum, o amor não faz sofrer. O instinto de propriedade, que é o contrário do amor, esse é que faz sofrer. (...) Eu sei assim reconhecer aquele que ama verdadeiramente: é que ele não pode ser prejudicado. O amor verdadeiro começa lá onde não se espera mais nada em troca".
"Tenho observado que as pessoas, quando falam ou escrevem abandonam imediatamente qualquer pensamento para tirar deduções artificiais. Utilizam-se das palavras como de uma maquina de calcular de onde deve sair a verdade. É uma tolice. É preciso aprender não a raciocinar, mas a não raciocinar. Não há necessidade de uma sucessão de palavras para compreender alguma coisa; caso contrario elas falseiam tudo; nós confiamos nelas."